Qual o problema da escolha do fabricante dos futuros caças brasileiros? Muito disse me disse.
E explicação pode estar na conta a ser paga no futuro. O atual governo está no fim e vai deixar essa conta para os próximos (ou seja, nós) e os militares acostumados com planejamento de longo prazo estão prevendo isso.
Essa linha de raciocínio não é minha, é da Eliane Cantanhede hoje na Folha.
"Talvez o mais adequado, como a FAB diz, seja um fusquinha mesmo: um avião menor, mais leve, pela metade do preço, custo de manutenção mais baixo e capaz de cumprir bem a função de vigilância e eventual ataque. Além de trazer tecnologia mais diretamente, com ramificação para a indústria privada e boas chances de negócios.
Assim: os engenheiros e técnicos brasileiros participam do projeto já a partir do desenho e na implementação, aprendem tudo sobre componentes e integração de sistemas e se tornam aptos à fabricação nacional, podendo transformar o país em plataforma de vendas para África e América Latina.
O governo Lula acaba em um ano, mas a dívida fica, assim como o custo de manutenção por 30 anos -vida útil de um brinquedinho assim.
Quem paga? A FAB. Que, por tudo isso, conclui que um fusca zero, de última geração, está de bom tamanho para um país como o Brasil."
A escolha do caça
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
| 0 Comments | Email This
Depois da Economist
Depois das comemorações sobre a excelente matéria de capa da The Economist, com o Brasil decolando a bordo do Cristo Redentor, veio o outro lado da moeda.
| 0 Comments | Email This
O futuro da humanidade
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
A entrevista de Raymond Kurzweil é incrível.
Algumas considerações sobre sermos como um software, que precisa ser sempre atualizado, são interessantes.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1185499-7823-RAYMOND+KURZWEIL+FAZ+UMA+ANALISE+SOBRE+O+FUTURO+DA+HUMANIDADE,00.html
| 0 Comments | Email This
"Crise militar"
Acho muito difícil tomar posição com relação à "crise" provocada pelo Decreto da Verdade - nominho besta este. Acho que existe um componente emocional excessivo nas matérias, nos comentários, nas posições.
Sem querer tomar partido, faço algumas considerações sobre temas que surgiram:
Lei da Anistia - foi a lei que o Brasil conseguiu construir em um período tenso e cheio de incertezas. Mudar, agora, quando os tempos são outros é uma afronta a quem negociou a sua construção e um erro histórico.
Tortura - um absurdo total que deve ser lembrado apenas como fato histórico, as indenizações foram o meio de reconhecer a responsabilidade do Estado neste terror.
Guerrilha - uma opção de parte dos que se opuseram à ditadura. Outros fizeram sua resistência na imprensa, no teatro, na literatura, nas universidades.Pagaram seu preço seja no exílio, seja na prisão (com tortura ou não), mas se abstiveram de cometer violências físicas. Esses foram mais nobres que aqueles? Na minha opinião, sim. Mas foi uma opção e toda opção tem seu preço.
O artigo de Fernando Barros e Silva na Folha de hoje é um exemplo de texto que busca a sensatez. Leiam.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0601201003.htm
| 0 Comments | Email This
Notícia de si mesmo
domingo, 25 de outubro de 2009
O jornalismo está cada dia mais frequente nas páginas dos jornais.
Hoje foi entrevista no Globo e artigo no Estadão do professor de Jornalismo da Universidade de Columbia Michael Schudson.
| 0 Comments | Email This
E está tudo bem com as finanças do país....
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Tá tudo bem, a marolinha foi mesmo marolinha.
Mas não tem dinheiro para devolver para quem pagou imposto a mais no ano passado. Estourou o caixa!
Caramba!!!!
Não basta a carga tributária diária????
Droga!
| 0 Comments | Email This
Gasto e investimento
Sardemberg dá uma bela esclarecida no discurso do presidente sobre gasto e investimento.
A comparação com a barrinha de chocolate é a melhor, esclarece que tudo pode ser investimento.
Só lendo.
| 0 Comments | Email This
